quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Pecuária : Extensiva e Intensiva

Através da atividade pecuária, os seres humanos atendem à uma parte considerável de suas necessidades de proteínas (com uma pequena parte sendo satisfeita pela pesca e pela caça, além das proteínas presentes nos vegetais). Carne (bovina, bubalina, de aves etc), ovos, leite e mel são os principais produtos alimentares oriundos da atividade pecuária. Couro, lã e seda são exemplos de fibras usadas na indústria de vestimentas e calçados. O couro também é extensivamente usado na indústria de mobiliário e de automóveis. Alguns povos usam a força animal de bovídeos e equídeos para a realização de trabalho. Outros também usam o esterco seco (fezes secas) como combustível para o preparo de alimentos.

A Pecuária pode ser Subdivida de duas formas : Extensiva e a Intensiva .

Extensiva




A pecuária extensiva é tanto mais rentável quanto maior for o aproveitamento em pastoreio dos recursos alimentares. Sabendo a importância que a pastagem tem na maioria das explorações pecuárias, desenvolveu-se a gama EXTENSIVO FERTIPRADO (Prados Permanentes de Sequeiro), capazes de produzir de 3 a 6 vezes mais que as pastagens naturais.

Intensiva


A pecuária intensiva inicia desde a seleção das matrizes a serem inseminadas, com um busca incessante de melhoria genética, passando pelo manejo dos embriões. Uma vez obtida a fertilização e o posterior nascimento, vem a fase da alimentação, suplemantada, das vacinas e vermicinas, da alimentação nos cochos, com o mínimo de caminhada do novilho, seu acompanhamento diário de ganho de peso, até o abate. Hoje o mercado está muito exigente em termos de qualidade de carne, requerendo animais jovens, com teor de gordura controlado e com possibilidade de rasteamento, desde seu desmame até o ponto de venda. A pecuária extensiva, aquela praticado até os anos 80, está com seus dias de vida contados.A tecnologia já chegou, e veio pra ficar, nos médios e pequenos criadores brasileiros, uma vez que nos grandes de ha muito já vem sendo implementada.

Principais Produtos Agrícolas

O Brasil apresenta um número muito grande de produtos cultivados, tanto para a exportação como para o consumo interno. Alguns exemplos:

  • Cana de açúcar

Historicamente a cana de açúcar é um dos principais produtos agrícolas do Brasil, sendo cultivada desde a época da colonização. Do seu processo de industrialização obtém-se como produtos o açúcar nas suas mais variadas formas e tipos, o álcool (anidro e hidratado), o vinhoto e o bagaço.
Devido à grandeza dos números do setor sucroalcooleiro no Brasil, não se pode tratar a cana-de-açúcar, apenas como mais um produto, mas sim como o principal tipo de biomassa energética, base para todo o agronegócio sucroalcooleiro, representado por 350 indústrias de açúcar e álcool e 1.000.000 empregos diretos e indiretos em todo o Brasil.
O Brasil produziu e moeu na safra 1999/00, 300 milhões de toneladas de cana de açúcar, 381 milhões de sacas de 50 kg de açúcar e mais de 12 milhões de m3 de álcool anidro e hidratado.

  • Café
Apesar de esse produto não ser atualmente o mais importante na economia nacional, o Brasil ainda é o principal produtor e exportador mundial de café. Cerca de 70% do café que o Brasil produz é destinado ao mercado externo. Atualmente, o estado de Minas Gerais é o maior produtor, seguido do Espirito Santo e de São Paulo.
Na década de 1950, foi o principal produto da economia nacional, mas a crise fez com que outras atividades econômicas ganhassem força, e com isso, as exportações do café diminuíram. 

  • Soja
Atualmente, a soja é o que mais contribui com a balança comercial brasileira, atingindo cerca de 6,8% do total das exportações nacionais em 2006. O Brasil é o 2° maior produtor de soja.
Até a década de 1970, as lavouras se concentravam nos estados do Sul, mas depois se espalhou pelos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, além de parte do Nordeste.
As maiores produções acontecem na região Centro-Sul e atualmente as lavouras ocupam aproximadamente 35% das áreas cultivadas do país.

Concentração Fundiária e Conflitos no Campo

Estrutura fundiária 

A estrutura fundiária corresponde ao modo como as propriedades rurais estão dispersas pelo território e seus respectivos tamanhos, que facilita a compreensão das desigualdades que acontecem no campo.
A desigualdade estrutural fundiária brasileira é um dos principais problemas do meio rural, isso por que interfere diretamente na quantidade de postos de trabalho, valor de salários e, automaticamente, nas condições de trabalho e o modo de vida dos trabalhadores rurais. 
No caso específico do Brasil, uma grande parte das terras do país se encontra nas mãos de uma pequena parcela da população, essas pessoas são conhecidas como latifundiários. Já os minifundiários são proprietários de milhares de pequenas propriedades rurais espalhadas pelo país, algumas são tão pequenas que muitas vezes não conseguem produzir renda e a própria subsistência familiar suficiente.

Ligas camponesas


A origem das Ligas remonta às antigas Ligas Camponesas da década de 1930, originárias da ação do Partido Comunista do Brasil no campo.[carece de fontes] Com a ilegalidade do Partido Comunista esses embriões das ligas foram aos poucos dissolvidas.
Na década de 1950 houve uma refundação das Ligas Camponesas, com alcance em vários estados brasileiros.
Em 1954, formou-se no engenho Galiléia, na cidade de Vitória de Santo Antão, a Sociedade Agrícola e Pecuária de Plantadores de Pernambuco (SAPPP), com três fins específicos:
  • Auxiliar os camponeses com despesas funerárias — evitando que os falecidos fossem literalmente despejados em covas de indigentes ("caixão emprestado");
  • Prestar assistência médica, jurídica e educacional aos camponeses;
  • Formar uma cooperativa de crédito capaz de livrar aos poucos o camponês do domínio do latifundiário. 


Reforma Agrária


Reforma agrária é o conjunto de medidas para promover a melhor distribuição da terra, mediante modificações no regime de posse e uso, a fim de atender aos princípios de justiça social, desenvolvimento rural sustentável e aumento de produção. Deve vir acompanhada de políticas públicas que apoiem a produção e a comercialização dos bens, além de oferecer os serviços básicos necessários e de direito do cidadão. Ações :

  • A desconcentração e a democratização da estrutura fundiária;
  • A geração de ocupação e renda;
  • A interiorização dos serviços públicos básicos;
  • A democratização das estruturas de poder;
  • A promoção da cidadania e da justiça social.
MST ( Movimento dos Sem Terra )




O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, ou MST, surgiu em 1984 quando ocorreu o primeiro encontro do movimento em Cascavel, no Paraná, como uma tentativa de discutir e mobilizar a população em torno da concretização da Reforma Agrária  que desde então se confunde com a história do movimento no Brasil.
Entre os objetivos do MST encontra-se o de desapropiar os latifúndios em posse das multinacionais e de todos aqueles que estiverem improdutivos, assim como a definição de uma área máxima para propriedade rural. O MST é contra projetos de colonização (como os realizados na Amazônia e que resultaram em fracasso) e defende a autonomia das tribos indígenas, sendo contra a revisão de suas terras.

FONTEShttp://www.infoescola.com  
               https://www.google.com.br/

Domínios Morfoclimáticos Brasileiros



                         Domínio Morfoclimático Amazônico

Amazônia, ampla região natural que se estende entre o maciço das guianas e o planalto brasileiro, e desde o Atlântico até os Andes, na América do sul, com uma superfície de 7 milhões km2 compartilhada pelo Brasil (em sua maior parte), Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru e Bolívia. Abrange os seguintes estados: Amazonas, Amapá, Acre, Pará, Maranhão, Rondônia, Roraima, Tocantins e Mato Grosso.
Sua região equivale a 60% do território nacional.
A região amazônica é pouco povoada, tendo baixa densidade.
O domínio amazônico é formado por terras baixas: depressões, planícies aluviais e planaltos, cobertos pela extensa floresta latifoliada equatorial Amazônica.
A Floresta Amazônica caracteriza-se por grande umidade, elevadas temperaturas e pequena amplitude térmica.
Por ser muito densa e fechada, apresenta grande variedade de espécies, se caracterizando como uma floresta equatorial.
O clima amazônico é do tipo equatorial e subequatorial.
Acompanhando essa floresta há uma emaranhada rede de rios, que correm num relevo onde predominam terras baixas (planícies e baixos-planaltos). Os solos são, em geral, pouco férteis. Lá, se encontra a bacia amazônica, que é maior bacia hidrográfica do mundo.

                  Domínio Morfoclimático da Caatinga

O domínio da caatinga corresponde à região da depressão sertaneja nordestina, com clima quente e semi-árido. A caatinga, formada por cactáceas, bromeliáceas e árvores, é a vegetação típica. É uma extensa região do nordeste brasileiro, que ocupa mais de 70% de sua área (11% do território brasileiro).
A Caatinga abrange os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, sul e leste do Piauí e norte de Minas Gerais.
Clima : Tropical semi-árido ; Médias térmicas elevadas – acima de 26º C ; Médias pluviométricas entre 800 e 300 mm ; Encontro de sistemas atmosféricos .
Hidrografia : Rios intermitentes (temporários) ; Exceção: rio são Francisco (o “Nilo brasileiro, rio dos currais e rio da unidade nacional) ; Nascentes no tropical típico .
Relevo : Planaltos (chapadas) e Depressões ; Planalto Nordestino => pediplanação . 

                   Domínio Morfoclimático do Cerrado


No Domínio do Cerrado predomina o Bioma (conjunto de ecossistemas) do Cerrado. Todavia, outros tipos de Biomas também estão ali representados, seja como tipos “dominados” ou “não predominantes” (caso das Matas Mesófilas de Interflúvio), seja como encraves (ilhas ou manchas de caatinga, por exemplo), ou penetrações de Florestas Galeria, de tipo amazônico ou atlântico, ao longo dos vales úmidos dos rios.
Clima : O clima predominante é o Tropical sazonal, de inverno seco. A temperatura média anual fica em torno de 22-23ºC.
Solo : os solos são geralmente profundos, azonados, de cor vermelha ou vermelha amarelada, porosos, permeáveis, bem drenados e, por isto, intensamente lixiviados. Em sua textura predomina, em geral, a fração areia, vindo em seguida a argila e por último o silte , são predominantemente arenosos, areno-argilosos, argilo-arenosos ou, eventualmente, argilosos.
Vegetação : não possui uma fisionomia única em toda a sua extensão , é bastante diversificada, apresentando desde formas campestres bem abertas, como os campos limpos de cerrado, até formas relativamente densas, florestais, como os cerradões. 

Domínio Morfoclimático Mares de morro

Esse domínio acompanha a faixa litorânea do Brasil desde o Nordeste até o Sul do País , É assim chamado por causa de sua forma, oriunda da erosão, gerada principalmente pela ação das chuvas . Apresenta predominantemente clima tropical quente e úmido,caracterizado pela floresta latifoliada tropical, que, na encosta da Serra do Mar, é conhecida como Mata Atlântica , Encontram-se na região a floresta tropical, Mata Atlântica ou mata de encosta, caracterizada pela presença de uma grande variedade de espécies, a planície litorânea, largamente devastada, onde ainda se destacam as dunas, os mangues e as praias, e serras elevadas, como a Serra do Mar, a Serra do Espinhaço e a Serra da Mantiqueira .  No litoral do Nordeste, encontra-se o solo de massapê, excelente para a prática agrícola, sendo historicamente ligado à monocultura latifundiária da cana-de-açúcar , Sofreu grande degradação em conseqüência da forte ocupação humana . Sofre intenso processo erosivo (relevo acidentado e clima úmido), com deslizamentos freqüentes e formação de voçorocas . 

Domínio Morfoclimático das Pradarias

Domínio representado pelo Pampa, ou Campanha Gaúcha . Relevo baixo, com suaves ondulações (coxilhas) e coberto pela vegetação herbácea das pradarias (campos) , A ocupação econômica desse domínio tem-se efetuado pela pecuária extensiva de corte, com gado tipo europeu , É formado por vegetações (herbáceas) rasteiras e gramíneas , O clima é o mesmo do Domínio das Araucárias. Na Europa e na Ásia, recebem o nome de “estepe”. Na América do Norte, são chamadas de “pradarias”. Na África do Sul, recebem o nome de “veld”. E, na América do Sul, recebem o nome de “pampa”.

Fauna: ratos do campo, raposas, búfalos, espécies de cabras, lebres, antilocapras, cães-da-pradaria .

Existem três tipos básicos de pradarias:


  •  Pradaria alta: nos locais mais úmidos e que apresentam gramíneas de até 2 metros de altura e raízes muito profundas;



  •  Pradaria mista: apresenta uma grande diversidade florística presente em solos altamente férteis;



  •  Pradaria baixa: que apresenta menor diversidade e gramíneas de pequeno porte.
Domínio Morfoclimático das Araucárias

Localização: Estados da Região Sul do Brasil e nos pontos de relevo mais elevado da Região Sudeste .
Características: Também é conhecida como Mata dos Pinhais , É encontrada principalmente em planaltos mais elevados. A cobertura vegetal é formada por pinheiro-do-paraná, além da erva-mate e o cedro , Dentre os animais que dependem da Floresta de Araucária estão os tucanos, beija-flores, saíras, gaturanos, sanhaço, jibóia, etc .
clima :  subtropical (verões quentes e invernos rigorosos) .
solo : são mais férteis que os das áreas tropicais o que explica a grande devastação sofrida por essa vegetação para o aproveitamento agrícola .








terça-feira, 10 de julho de 2012

Cordel Sobre o Nordeste

O NORDESTE 

Para falar do Nordeste tem que ser cabra da peste
tem que ser determinado, tem que ser ousado
tem que ter vigor, ter disposição
pois o povo Nordestino, herdou isso de Lampião.

O Nordeste tem riquezas
praias e muitas belezas
Sua Culinária é única e típica
Acarajé, tapioca, cuscuz e canjica.

Nove estados compõe essa região
Sergipe, Piauí, Paraíba, Maranhão
também Pernambuco, Alagoas, Bahia, Ceará
e ainda vem o Rio Grande do Norte, terra do povo potiguar.

Também no Nordeste existe o matuto 
gente pobre e humilde que um dia não teve estudo.
O matuto ele fala oxente, vixe maria
mais com sua matutisse conquista muitos hoje em dia .

A seca é um grande problema nessa região
Os animais não sobrevivem, não tem aguá pra população
Luiz Gonzaga é o nosso Rei do Sertão
Deixou de herança para nós 
Forró, xote, xaxado e baião .

Agora um beijinho
de nós os amadinhos !

Autores : Kevin Muniz , Nayara Cristini , Anny Loyse , Thayane Gomes - Alunos do 2º1 da Santos Dumont .

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Transposição do Rio São Francisco

A transposição do rio São Francisco se refere ao polêmico e antigo projeto de transposição de parte das águas do rio São Francisco, no Brasil, nomeado pelo governo brasileiro como "Projeto de Integração do Rio São Francisco com Bacias Hidrográficas do Nordeste Setentrional". O projeto é um empreendimento do Governo Federal, sob responsabilidade do Ministério da Integração Nacional – MIN. A obra prevê a construção de mais de 600 quilômetros de canais de concreto em dois grandes eixos (norte e leste) ao longo do território de quatro estados (Pernambuco, Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte) para o desvio das águas do rio. Ao longo do caminho, o projeto prevê a construção de nove estações de bombeamento de água.


PONTOS POSITIVOS : 


- A população carente do nordeste poderá ter acesso com mais facilidade a
água do Rio São Francisco;

- Com mais água será possível as pessoas plantarem e colherem, gerando
assim mais renda e mais empregos;

- As áreas secas poderão se tornar novamente produtivas em agricultura e dessa forma alegam melhoria na qualidade da água, beneficiando a saúde da população.

PONTOS NEGATIVOS : 



- O projeto é bastante caro, pois a transposição do São Francisco custará
cerca de 4,5 bilhões de reais.


- Ainda segundo a wikipédia, a transposição das águas do São Francisco irá
abranger somente 5% do território e 0,3% da população do semi-árido
brasileiro e também que se a transposição for concretizada afetará
intensamente o ecossistema ao redor de todo o rio São Francisco.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A Construção Histórica Do Nordeste

Século XVI - Cana de açúcar e Pau Brasil





Portugal não deu muita atenção para o exploramento das novas terras, porque o comércio de especiarias lucrava bastante, então, como não tinha metais preciosos do lado de Portugal no Tratado, decidiram explorar algo mais fácil, ou seja, começaram a extrair o Pau-Brasil.
Ainda no século XVI, o comércio com o oriente deixou de oferecer lucros. Isso levou a Portugal ter que aproveitar as terras do Brasil. O produto escolhido foi a cana-de-açúcar. Com isso, Portugal começou a procurar investidores para procurar do plantio, então doaram areas a eles. Essas areas doadas foram chamadas de  Capitanias Hereditárias. Elas estendiam-se do litoral ate a linha do Tratado de Tordesilhas.

Século XVII – Pecuária e domínio holandês 




A pecuária chegou ao Brasil no século XVI, na época das capitanias hereditárias, por Tomé de Sousa, encontrando condições favoráveis ao seu desenvolvimento. No século XVII, com o maior desenvolvimento da cidade de Salvador, o gado foi, naturalmente, levado a regiões mas afastadas: da Praia do Forte até a região de Feira de Santana .


Além disso, a pecuária estava vinculada à economia de subsistência, fornecia couros e carnes para o consumo interno das grandes propriedades. Esse foi um grande passo para o começo da primeira grande comercialização interna da colônia.
Fator essencial no povoamento de novas terras, o gado, no início, era propriedade dos donos de engenho e somente em meados do século XVII surgiu a figura do proprietário da fazenda de gado.




Século XVIII - Fumo e Cacau



O sul da Bahia passou a se destacar pela produçãode fumo e de cacau, foi um reduto de nordestinos e atividade açucareira. O cultivo do fumo usado para escambo de escravos dominou aí.. Até hoje a região é a de maior influência negra na composição da população,  nos usos e costumes. Ela  se destaca pela produção petrolífera, mas ainda mantém a cultura do fumo e do cacau (Ilhéus). 





Século XIX - Algodão 



Em meados do século XIX, o cultivo do algodão já representava uma das atividades tradicionais, concentrando-se a produção nacional no Nordeste do Brasil, e em algumas áreas da Região Norte, onde a planta é nativa. Devido à sua condição de semi-aridez e resistência às secas, o algodão se tornou a principal opção fitotécnica para os nordestinos. A partir do final da década de 1880, e na de 1890, desenvolveu-se, particularmente no Estado de Pernambuco, a produção de óleo de caroço de algodão, em fábricas pequenas e mal equipadas. No Estado de Alagoas, no ano 1888, passou a funcionar uma fábrica de óleo. E, em São Paulo, no Sul do país, foi inaugurada uma grande fábrica, em 1892. 
Nos últimos anos do século XIX, somente cinco países - União Soviética, Estados Unidos, Índia, China e Egito - produziam 98% do total da produção mundial de algodão.



Século XX - Algodão no Sertão e Arroz no Maranhão


O Algodão vinha a se tornar uma das principais atividades econômicas no Sertão , no século XX, Como visto no tópico acima . Já no Final da década de 1960, O Maranhão tornara-se o segundo maior produtor de arroz do país, graças às safras recordes de Imperatriz e das regiões do Mearim e Pindaré. Arroz cultivado no velho sistema sertanejo do “toco” e da queimada, por dezenas de milhares de famílias nordestinas que se estabeleceram no Maranhão, fugitivas das inclementes secas da primeira metade do século XX.

Século XXI 

Neste século, o Nordeste passa a firma sua economia, ou seja, ele passa à investir em Refinarias de petróleo, em crescimento de industrias e  no desenvolvimento sustentável estruturador da Cultura e a difusão dos nossos bens simbólicos.


FONTES :